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Fantasia

Recados Etéreos

Perturba o silêncio dentre a noite vaga

o ruído dos que perfuram astros.

Mandam recados em forma de pó de estrelas.

Quando caiem sobre as casas

a meia luz, a meia noite

se contorcem formando letras.

Do telhado se avista:

Inunde nos sonhos dos que

desejam a luz do sol pela manhã,

a serenata da paz plena.

Meus olhos apaixonados

Meus olhos apaixonados

Desenho-te admirável perfeição
Numa cabana, és meu viver
Juntos num mar de amor
Sol que nos enlouquece
Lua que nos deixa famintos
Transpiração com cheiro de maresia
Desejos, pecados, nada de enarrado
Vontade de amar até que o juntar
De nossa carne criem raízes

Pedro Rodrigues
4/10/2013

Vens a mim pelo cristal

Vens a mim pelo cristal

Vidrado fico olhar-te
Reflexos da minha alma
Desejam-te abraçar

Nos meus braços
Minhas mãos vão esculpir
O amor em teu corpo

Minha obra de arte
Céu e inferno
Eu os conheço bem

Neste mundo perdido
Eu assumo o risco
Vem quero-te comigo

Autor
Pedro Rodrigues
29-11-13

A Dimensão E O Bilhetinho

Tenho aqui coisas escritas
Sobre a dimensão e o bilhetinho.
No bilhetinho estava escrito:
"Um minuto para o cafézinho!"
Na dimensão estava escrito:
"Um minuto para o fim do turno."
 
Agora, se esse texto
Deixou sua cabeça um pouco mais dilatada
Tenho aqui também
Coisas escritas
Sobre algumas sardinhas enlatadas!... 
 
28 . 09 . 2014

Oceano de Certezas incertas

Como é incerta esta noite que em mim mora Um Oceano de certezas incertas inunda minha essência Eu bebo trago a trago estas nevoas tenebrosas inquisidoras Perturbantes na sua voraz subtilea na qual me quero deixar envolver Um pendulo dourado e gigante acorda minha lucidez nublada com sua cadencia Ao ritmo de quem querendo falar tanto se cala Esvaindo-se de esforço repartido em mil encruzilhadas De inumeras crenças desacreditadas Passo a passo lentamente vou avançando Convictamente segura de que cada passo que dou pode ser um retrocesso em risos ou em lágrimas pouco importa Assumo-me eu própr

Feliz entrega

Sim te disse
Um Sim de trovões e nuvens carregadas com quedas colossais em cataratas de fogo

Mil abrigos por pinhascos de rasgar a pele
Tantas flores por abrir em veredas de horror

É em estranheza que se vislumbram borboletas belas borboletas de asas famintas
E ainda envoltas em teias emaranhadas de gritos e desesperos inocentes em negros lenços brancos acenando

Perante olhares de mentirosas verdades cosinhadas em lime brando

Tantos silêncios gritos surdos de bravura covarde

As rosas do meu quintal

Os campos verdes divididos pela agricultura onde havia de tudo; batatas, melancias, morangos e árvores de fruto, laranjeiras, pessegueiros e maçãs. E do outro lado a natureza selvagem onde as plantas silvestres dominavam o campo de perfume e cores variadas. Onde as abelhas batiam as asas com força para se secarem da chuva que tinha caído, os ventos fortes dominavam os prados, mas elas buscavam o precioso pólen das plantas, as formigas trabalhavam fortemente para abastecer as suas tocas, para no Outono permanecerem confortáveis com as suas famílias.

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