"Simplesmente Amor" de Susana Oliveira
Autor: Susana on Monday, 31 March 2014"Candura" de Sandra Girão
Autor: Sandra Girão on Monday, 31 March 2014Susana Oliveira "Simplesmente Amor"
Autor: Susana on Monday, 31 March 2014Sandra Girão "Candura"
Autor: Sandra Girão on Monday, 31 March 2014Os Rapazes dos Tanques
Autor: Arthur Santos on Monday, 31 March 2014POEMA Nº 244
Título do Poema: Acerca do Lançamento do livro de Alfredo cunha e Adelino Gomes "Os Rapazes dos Tanques"
Autor: © Arthur Santos
Género: Políticos
Acerca do Lançamento do livro de Alfredo cunha e Adelino Gomes "Os Rapazes dos Tanques"
Sim foram os rapazes dos tanques
que montados em velhos elefantes
num acto de puro e inocente heroísmo
atiraram para o abismo
num quase breve momento
um regime podre SalazaróMarcelento.
A Poesia não enche barriga
Autor: Arthur Santos on Monday, 31 March 2014POEMA Nº 245
Título do Poema: A Poesia não enche barriga
Autor: © Arthur Santos
Género: Pessoas
A POESIA NÃO ENCHE BARRIGA
(Após ler uma entrevista de Vasco Graça Moura, que o amigo Celestino Santos publicou no Facebook)
A poesia não enche barriga
A mim tanto me faz
gosto dela dita ou numa cantiga!
A poesia pode não enchar o espírito?
A mim tanto me faz
gosto dela numa voz ou num escrito!
Título do Poema: Tenho um vício lixado.
Autor: Arthur Santos on Monday, 31 March 2014Título do Poema: Tenho um vício lixado.
Autor: © Arthur Santos
Género: Poesia e Poetas
Tenho um vício lixado.
há quem diga que é... tramado!
injecto-me
diariamente
constantemente
desenveneno-me
overdoso-me.
morro de amores
e ressuscito de amores.
pronto, confesso. injecto-me
até à ultima pinga.
na minha velha e usada seringa
cabem todos os poemas que eu quiser
e que consigo escrever.
Retrato. Mudado!
Autor: Milena Dias on Monday, 31 March 2014Retrato. Mudado!
Quem és tu mulher? O que tens no rosto?
Tao taciturno, pesado, sombrio!
Não te conheço. Já não sei quem és!
Não era esse o teu rosto, mulher.
Nos tempos áureos de juventude,
Teu sorriso era franco, genuíno.
Eras espelho de felicidade
D' altivo orgulho, carácter impulsivo.
Não te apagues mulher, desperta em ti
A energia, esperança do passado
Porque as dores e mágoas que tu sentes,
São afinal iguais às d' outra gente !






