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Braços da ternura

Medrosos os braços da ternura,

Tremendo de ti sofrendo,

Paralisados na protecção,

Na ignorância da acção necessária,

No desconhecimento causador.

Medroso o meu coração cheio de ti,

Dói com a força da tua dor,

Aperta-me o peito vazio,

Despejado da outrora essência alheia a ti,

Dorido.

Receosos todos os teus dias vivos,

Dos quais sou dono sentido,

Dias claros de amor,

Noites de sonho nosso,

Claridade atravessada pela possibilidade,

Escuridão atravessada pela incerteza.

Mas é na esperança que eu vivo, Vivo de ti para ti.

RINAT SARMENTO 2016

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