Resiliência do dia. Δ.

Resiliência do dia. Δ.
 
No trato dos seres confia com faro
Palavras de mãos atadas por termos confluem
Nos modos que grunhem onde foi busca primeira
Tens direita à esquerda e esquerda à direita
Com polegar ao norte objetivo de origem sul
Seja canhoto por acidente por si mesmo
Um verdadeiro ou falso ato cruza as palmas
 
Aqui selado o cavalo que monta percorre
A ampla potência do tesouro na colina da coincidência
Necessária do aleatório animal que escala a verdade
Mesmo que seja analítico figura na categoria dos predicados
Em essência nos vários significados dispostos em relação
Uma ação no lugar do tempo em posse da situação
Que pergunta o que é
 
Cruzar o acordo na possibilidade de ser montaria
Excluindo a semente da árvore que planta seu sustento
Na falsidade daquilo que impõe como fome
Nos múltiplos acidentes científicos sem mais
Precisar de inconstantes infinitos diversos
Da indeterminação dos imprevistos indefinidos
Para ser o teórico ser na maioria das vezes
Escravo do acordo que amarra para amarrar
Fortuito que monta ao ser montado no avesso
Demonstra sua liberdade de construir o próprio caminho
Enquanto lida com o fato da composição exigir submissão
Verifica o verbo que interpreta a investigação
Na música dos pensamentos
 
Oferece a combinação que consiste de afecção
Da mente na realidade suficiente enquanto seus modos
Cruzam as mãos enquanto indagam o cheiro da substância
Na confiança de existir e usar sua utilidade para colorir como quiser

 

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