Amo-te

Amo-te...
Intensamente desejo-te
Meu corpo, a alma
Nossas sublimes mansidões
A flor da pele nossos seres
Nossas almas são cúmplices
Neste ato de amor e paixão
Eu... Você... nós dois
Etérea inspiração
(DiCello, 12/04/2018)

Por um drink de solidão

Nula hora captada num imperdível
Silêncio medido neste incasto momento
De tempo pernoitando pendurado na galopante
Luz jardinando o pasto das solidões mais dopantes

E assim vaidosa se vestiu a noite derradeira traçando
Geométricos gomos de ilusão à esbatida saudade que
Se empoleirou em todas as lembranças que deixei
Palpáveis, vigilantes e tão inexoráveis

Fiz-me à estrada alongando a lasciva madrugada
Serena, pontual, vulnerável, embebida num cálice de desejos
Tão cobiçados…quase manipuláveis e tão bem esmiuçados

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