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POEMA#13

Com o tempo os sonhos petrificam
Viram só enfeites na sala do subconsciente
Esculturas belas ocupando uma paisagem mórbida
Do existir sem propósito
 
Sente uma vida estraçalhada
Perde em si procurando um sentido
Sua janela existencial só dá vazão para um horizonte indecifrável
Para onde ir? o que fazer? qual "eu" me tornei?
 
Precisa seguir em frente
Novos passados para existir a partir de novos presentes
Logo, recolhe todo resto de material onírico que restou.
Se refazer a partir de velhos sonhos,
Tornar-se criança, a roda que gira por si mesma.
Um recomeço, e não ser aquilo que abominava: "Ser todos, menos você!"
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