Resiliência do dia. ε.

Resiliência do dia. ε.
 
O calor das relações nos dias que passam, uma herança que inspira.
É um contínuo sobre palavras de diálogos teóricos, esperando pelas palmas que esquentam as costas.
O caminho descrito, em forma de oito, muda ao conhecer o imutável e é real nos sentidos e nos sentimentos.
Meu meio que compartilho, o particular de um eterno suspiro, está entre nós.
Minhas correntes de respeito estão entre nós. Amarras do conhecimento são as formas de meu ego.
O fluxo, o perpétuo saber definido no calor da influência, é mais óbvio quando o sonho se estilhaça em combate.
Um comando que gera o modo de ser, somos livres e escravos, na divisão da harmonia onde o som da justiça é a discórdia.
Quem pesca o invisível é sanidade, segundo o movimento, a dança entre tensões que concordam.
A caminho da concordância e da alternância entre loucuras, o belo mais sábio é a rota do silêncio.
Entradas e saídas são todas iguais, sendo cura a dor de uma morte imortal, o divino da infância.
O que é episteme? Justifica a medida de todas as coisas, para mim e para você, correntes do ser.
Onde o ser é suprimir o nada que se apreende pelos poros da ontologia, a relatividade em si mesma.
Digo que sou nobre em herança, momentaneamente nobre, infinitamente verdadeiro em todo meu hábito.
A ignorância impõe o seu uso, a transitoriedades das ilusões que respeito, minha herança.

 

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