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Um povo à parte

Um povo à parte Nunca tiveram um calo na mão. Nunca olharam para baixo com carinho Nunca contaram tostões para comprar o pão. Nunca escutaram o pedido de ajuda do vizinho Nunca deram a mão quando alguém esta no chão Nunca zelaram pelo António país Portugal Nunca dizem não a um ou dois negócios Nunca assumem a culpa pois seria fatal Nunca chibam as cabras e os sócios Nunca estão fora da lei tão branco como o sal Nunca falam a verdade acreditam na mentira Nunca voltam a trás sinónimo irrevogável Nunca dão nem metem e sempre tira Nunca assinam recados sou sempre estável Nunca roubam palavras da famosa sátira Nunca dizem não à Europa amiga torneira Nunca conspiram só se juntam em matilha Nunca planeiam o lugar fora e dentro da cimeira Nunca cospem nem engolem o sabor da pastilha Nunca esquecem o bilhete antes de afundar, vão para Angola Madeira

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