valhala

Passeio por entre a névoa que me esfria a alma.
Sepulturas ladeiam meus passos.
Procuro-te na solidão fria da noite.
Teu corpo jaz sob a fria lápide.
Desejo o teu beijo mórbido e frio.
Abraça-me.
Vêm, envolve-me em teus braços.
Sentes o meu coração sangrar?
Em breve estaremos juntos.

Quando o tempo

Quando o tempo deixar de ser tempo
E eu estiver adormecido...
Vem me visitar de quando em vez
Olharás para o relógio de ponteiros entorpecidos
De um tempo que não passa...e me deixarás
E nunca voltarás!!... quando eu acordar...
Levantar-me-ei e correrei nos céus ...até que morras também
Se tu não estiveres para me abraçar
Procurarei os braços de alguém
Em busca de acalentar a alma
Que interessa que te tenha deixado
Ou que tenha morrido ...sem te escrever uma carta de amor

Dialética do sentir

Dialética do sentir

 

 

 

Vem, vem comigo

Vamos descobrir a dialéctica de um dia de nevoeiro

Vamos olhar o firmamento

E sentir o orvalho no rosto

Talvez penses, que não á filosofia num dia de nevoeiro

Que será apenas mais um dia de nevoeiro

E que o firmamento não tem nada que admirar

Porque não se avistam as estrelas

Mas se olhares com atenção perceberás

Que elas estão lá cintilantes

E o nevoeiro tem a sua beleza

Quando surge o orvalho no teu cabelo.

 

 

Dialética do sentir

Dialética do sentir

 

 

 

Vem, vem comigo

Vamos descobrir a dialéctica de um dia de nevoeiro

Vamos olhar o firmamento

E sentir o orvalho no rosto

Talvez penses, que não á filosofia num dia de nevoeiro

Que será apenas mais um dia de nevoeiro

E que o firmamento não tem nada que admirar

Porque não se avistam as estrelas

Mas se olhares com atenção perceberás

Que elas estão lá cintilantes

E o nevoeiro tem a sua beleza

Quando surge o orvalho no teu cabelo.

 

 

amor gótico

Aiiii . . . não sei se é amor ou é loucura,
essa força, enfim, que desconheço,
amarrou-me a vida à tua vida obscura,
e a ti, a ti somente “AMOR” eu peço.
 
O agridoce desta nossa aventura,
as delicias que me dás e não mereço,
todo este amor com toda a sua loucura,
o amor em que vivo e desfaleço.
 
Fazes-me lembrar as negras rosas,
que me deixam assim embevecido,
inalando o teu aroma delicado.
 

escrita

É na escrita
que está aquilo que sinto
É na escrita
que está aquilo que penso
É na escrita
que escondo o meu pesar
É na escrita
que tu me vais encontrar
É na escrita
aqui, onde não há sofrimento
É na escrita
onde a realidade é irreal
É na escrita
que partilho os meus sentimentos
É na escrita
que sepulto os meus tormentos

chutando o balde da depressão

 Se você sente

Que o mundo te isola

As tristezas da vida são tantas...

E as lágrimas derramadas

Por estas duas portinholas

São muitas, e teu viver te desola!

Não se desespere não

Não fique ai parado

Sentindo-se como um cão.

Levante-se deste chão!

A vida tem destas partes

E viver é uma arte

Sinta-se um artista

Monte seu próprio palco

Vá em frente Se invista!

De um olé nas tristezas

Uma banana pra aflição

Chute bem alto o balde

Derrame a água no chão.

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