poemas da razão
Autor: António Tê Santos on Thursday, 4 August 2022estrondeiam as palavras que devolvem o fôlego ao trovador; que reprimem o pranto que se acumula na sua bagagem; que dilatam a sua preciosa liberdade na orla duma estrutura que o atormenta.
poemas da razão
Autor: António Tê Santos on Wednesday, 3 August 2022os arremessos daqueles que encontram um meio de contornarem a integridade para persistirem nas suas atuações repulsivas; que extravasam de alegria quando injuriam ou quando transmutam os seus afazeres em violência.
AMOR & POESIA
Autor: DAN GUSTAVO on Wednesday, 3 August 2022RAÍZES DE MIM
Autor: FERNANDO ANTÔNI... on Tuesday, 2 August 2022
raízes de mim
vapor de essências
mas não me calha a indiferença
do estar no mundo negligentemente
diante do que sofra ou alegra
porções de mim
íntegro e desintegrado
com feitio de bárbaro relevo
destinando-me o clamor dos lírios
fluido exigente que sou
exalando um jorro incontinenti
como um cântaro derramado
que me assola irremediavelmente
-camurça de dor
ou urro de abrupto langor?
poemas da razão
Autor: António Tê Santos on Tuesday, 2 August 2022lamento aqueles que gastam os dias a alimentar os seus desgostos; que erguem uma balaustrada para os seus desejos através dum comportamento anacrónico; que investem em sentimentos agoirentos para construírem o edifício mórbido do seu futuro.
A MORTE
Autor: Madalena on Tuesday, 2 August 2022A MORTE
A morte não é rival.
Ela sempre traz uma desculpa, foi por isso, foi por aquilo.
Mas, na verdade às vezes com a morte, abre portas, alivia o peso, acabe o sofrimento enfim... Nasce novos sonhos para quem ficar. E, para alguns é muita tristeza, mas, para ouros libertação total. Então, assim como a vida; tem dois lados, um bom e um ruim; A morte também tem: o seu lado bom e o lado ruim.
Em qualquer circunstância ela é assustadora e passando-se os dias bem-vinda!
poemas da razão
Autor: António Tê Santos on Monday, 1 August 2022revolvo a mente para capturar as suas protuberantes avaliações quando investigam as querelas mundanas e os seus brados furibundos; quando patenteiam o aparato que inflama a opinião geral e os seus nocivos desempenhos.
Cansaço
Autor: Reirazinho on Monday, 1 August 2022Estou cansado, mas espere
Não de mim, mas da tristeza.
O subterfúgio que fenece
A amálgama da beleza.
Sou grato por tentar sorrir,
Bater meus pés na terra...
Só que lá os grãos infectam,
E brota uma lágrima e outra...
Penso ‘’nuvens devem ser’’,
Mas a chuva é interna,
O tempo é ruim de se ter
Quando ela parece eterna.
poemas da razão
Autor: António Tê Santos on Sunday, 31 July 2022não me incorporei numa monótona formatura para que o agasalho dos meus rogos pudesse dilatar as ternas emoções; e para que o meu salubre comportamento assomasse num oásis redentor.



