"Prelúdio em Mi" de Sofia Martins
Autor: admin on Monday, 9 February 2026Sofia Martins "Prelúdio em Mi"
Autor: admin on Monday, 9 February 2026Livro. PFC. 2026.
Sofia Martins é natural de Malhou e a sua poesia nasce de uma ligação profunda à paisagem do campo e aos territórios da memória e do tempo.
Licenciada em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Lisboa, escreve desde a adolescência, usando a palavra como gesto de rutura, desejo e transformação.
Vive atualmente em Lisboa, onde cruza a escrita com a paixão pela moda enquanto extensão do corpo e da identidade, explorando universos como o cosplay e o fetichismo numa abordagem estética, consciente e libertadora.
"Do Nada…" de Gonçalo Salema de Mattos
Autor: admin on Monday, 9 February 2026Gonçalo Salema de Mattos "Do Nada…"
Autor: admin on Monday, 9 February 2026"!!! HÁ LUZ NO TEU SORRISO... AMOR !!!" de Arlette Pereira
Autor: admin on Monday, 9 February 2026Arlette Pereira "!!! HÁ LUZ NO TEU SORRISO... AMOR !!!"
Autor: admin on Monday, 9 February 2026Em alerta
Autor: Mauro Antonio E... on Monday, 9 February 2026Em alerta
(Mauro Fera Da Poesia)
Evite frases limitantes
Do tipo (se melhorar estraga),
Enquanto o mundo avança ela atrasa
Tudo por causa de um instante.
Evite frases que gera contenda,
Que aprisiona em sistemas
Seja ele religioso, governo
E o preferido do coisa ruim o financeiro.
Evite frases sem sentido
Que atrasam e atraem perigo,
Frases que alteram até o jeito de ser,
Estar em alerta é preciso,
Tudo influi pra que não possa perceber
Que existe poder infinito em você.
as minhas garras de metal
Autor: António Tê Santos on Monday, 9 February 2026reúno as vicissitudes que transpus para poder discernir as suas motivações; para poder catalogar os fragores que escutei na orla do meu sofrimento; para poder inverter os falsos sentidos da existência que percorri.
as minhas garras de metal
Autor: António Tê Santos on Sunday, 8 February 2026exponho ideais que dilatam os meus afetos até à cúpula do bem-estar; até às palestras originadas pelas aulas da virtude; até ao ecoar duma poesia que invalida os meus sobressaltos; até ao alvorecer das minhas pretensões.







