Concursos

  Quer publicar o seu livro de Poesia? Clique aqui.

  Quer partcipar nas nossas Antologias? Clique aqui.

Ódio Latente

Ódio latente que me faz lamuriar sobre essa vida
Nenhum senso de esperança
Somos levados a acreditar na mentira da esperança
Enquanto somos levados discrepância
Falsa liberdade, mentira da verdade
Escravo da liberdade, senhor do ócio da maldade
Nunca pedi para entrar, mas sou obrigado a sair
Todavia, um porém, um ótimo porém: sou livre
Como um macaco enjaulado na gaiola, sou livre
Livre para morrer e com amargura no coração

''As minhas lembranças são como espinhos cravados na pele
Pregos que encerram o meu caixão
Durante anos visitei esse mato, não para me prolongar de sofrimento
Mas para apaziguar o meu espírito dos tormentos
[...]Uma vez mortas…
Os momentos penosos, as sombras ilustram figuras
Uma vez morto…
Jamais sentirei dor…
Jamais sentirei Dor… Da vida.''

Condicionados ao ego, elevados ao apogeu da ignorância
Somos irrelevantes porcos em busca de um chiqueiro dos sonhos
Diante do agora, o tempo nos parece tão sujo, por isso necessitamos o transcendente.
Qual a conclusão da vida? Não se segue, é uma mentira porca que somos obrigados a aceitar.

Género: