“Calle Varisco”
Autor: Sofia Albite on Friday, 10 October 2025
Não paro de pensar na tua pessoa.
Quererei eu vaguear pela tua alma
Como uma rua em Veneza?
Esta amargura em que eu penso estar
Nunca para uma poeta morta será boa.
Será como morrer duas vezes a amar
Sem ter sequer explorado tamanha beleza:
Pura riqueza
que me enche o baú
De sonhos e esperanças,
duas crianças,
tudo sobre a minha mente…
os meus olhos.
Quem não mente, não ama.
Escrito na cama,
O teu nome vibra no escuro.
És cor vermelha no mar.
Como o meu corpo ama,
mas sente calado,
é apenas um falso mudo
que ainda não teve a bravura de se expressar.
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