Paixão

O teu corpo

O Teu Corpo

Vamos rir, rir sem parar, olhar e sentir. Vamos sentir a vida, acalmar os astros, cheirar o céu, sentir o tempo sem tempo... Caminhar ao ritmo dos nossos corações, sentir sem parar, parar para sentir, parar para amar. Que bom que tu existes meu amor.

Quero que saibas que o tempo não faz sentido sem o teu corpo, que o teu corpo está em todo o lado.

ABISMOS

Abismos

Somos um abismo que se toca nas profundezas.

Tricotamos nas malhas da escuridão,

Rasgamos beijos sem pontes, e no infinito tocamos cítara.

Fomos tão perfeitos que nos não viam,

Fomos tão bons que negaram a nossa existência.

Foi o que fomos…

A escada do firmamento rasga em lâminas

E nós com o calcanhar gretado,

Saltamos para o colo um do outro.

O instinto das árvores

O instinto das árvores

Oiço o cantar das milheirinhas… lembro-me que se aproxima a Primavera, contudo estou só.

Estou sentado na minha cadeira, olho para o pátio e reparo numa magnólia que cresce verticalmente, como uma vara, uma cana da India.

Ela faz isso apenas porque procura o Sol, porque quer sobreviver.

Ela cresce sem copa para não morrer. Parece um pau desnudado, magro, esfomeado…, mas milagrosamente deu lindas flores de cor rosa melissa! Que tu, meu amor, tão bem conheces.

Intensity of passion

The passion in its essence in female maturity
 
English version of the Portuguese poem "Intensidade da Paixão", published by virtue of which it was edited, hindering direct translations, with the objective of preserving the intellectual property governed by the law of copyright, 9,610 / 98, last version in adhesion to the Stockholm treaty.
 

Intensidad de la pasión

La pasión en su esencia en la madurez femenina.

Versión en idioma Espanhol del poema en portuguesa “Intensidade da paixão", publicado en virtud del cual fue editado, lo que dificulta las traducciones directas, con el objetivo de preservar la propiedad intelectual regulada por la ley de propiedad intelectual, 9.610 / 98, última versión en adhesión a El tratado de Estocolmo.

Paixão Avassaladora

PAIXÃO AVASSALADORA

A paixão é como um vento forte, um furacão.

Um fogo ardente que passa e queima tudo parece rancor.

Sem raízes, sem precedente.

Uma ignorância não é amor.

Não resta nada, nem mesmo o lugar onde

a paixão nasceu e nem onde ela morreu.

É algo formado de repente.

É um vento tão forte que passa rapidamente.

Deixa um estrago no coração e na mente.

O amor é paciente sabe esperar.

É conquistado aos poucos.

As vezes demora para ser conquistado.

Há casos em que morre antes de nascer.

Os meus sonhos

Os meus sonhos

Por vezes durante o dia mergulho nos meus sonhos, confio no palpitar do meu coração, afinal ele é como as raízes das árvores e o céu não tem limite.

Ele vive por amor, o mundo não anda para trás e as estrelas não deixam de brilhar.

Gosto do amanhã e da terra, do desconhecido e não me importo com quem faz a guerra e a paz, mas quero que o vento seja o vento.

É grande a força dos meus sonhos e as minhas mãos nunca ficam vazias, agarram as pedras do meu rio.

COMO SE AMAM

COMO SE AMAM

Na promiscuidade dos corpos
As humidades deambulavam
As criaturas estavam loucas
Do frenesim em que se amavam

Encontros ancestrais do universo
Entre desejos já de tanto amar
A órbita estava do avesso
Eram a tempestade pura do mar

Jorravam as mãos ao sabor da poesia
Lentamente nas peles já salgadas
Pungente devoradora magia
Sobre amantes as línguas adocicadas

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