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Decadência

Percorra os galhos dessa seiva, pobre vida
E Voe como corvo atrás de seu alimento
Pereci tem muito tempo, feito Júlio César
Meu império não morre, volto para vingar
Não digladie comigo, pérfido sujeito; fuja
Quando ainda pode, sua alma cairá feito
Roma, pois o provérbio do guerreiro dita:
Quando Roma vive, o mundo sobrevive
Quando Roma cai, o mundo inteiro decai.

Infindável chuva intensifica o tipo lacaio
Rastejando no clima úmido o corvo te fita
Na calada da noite seus gritos serão calados
Suas vítimas vingadas por mim, renegadas
Como o chefe de toda essa mediocridade
que contém o cúmulo da impureza astral
Augúrio que ocorrerá nesta linda lua cheia
Alimentará os vampiros de toda trova
Com vosso sangue tão ignóbil que é.

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