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Devo-te o sonho que me deste

 

Vou por caminhos onde nem sítios assinalados no mapa existem.
Devo-te o sonho que me deste.
"Não dês amor a quem to tira".
Que os anjos, nem por sombras, sonhem em possuires a minha pele.
Represento, a tontura que em ti estremeceu, ao centro das coisas óbvias.

Por isso, agradeço ao tempo.

Queres-me e eu a ti,
Mas procuras o que existe no avesso das minhas pálpebras.
Escrevo-te na pele para adivinhares,
um pedaço de verso, que não imite o coração no que é excitável...
Excita o olhar dos olhos, ciúme que nos vai percorrendo já...
Cascatas brotam de dentro,
quando concordamos serem os olhos cegos de tanto ver....

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