dia de prantos

Hoje é dia de memórias, flores, saudades mortas e muita terra,cinzas!

 

Hoje e sempre por linhas tortas,

É dia sem vaidades!

Dia de antigas lágrimas e passados horrores:

Memórias?

Flores que viraram histórias:

Saudades!

Mortas em dor que não se encerra,

E mesmo em pó ou cinzas:

Muita,

Terra,

Cinzas!

 

Hoje, sempre sem vaidades!

Linhas tortas:

saudades!

Dia dos nossos santos:

As flores já mortas!

Mas todos vivos nas histórias!

trocam-se as flores,

Limpa-se o pó - mais um ano se encerra!

As doces memórias,

Que se desfizeram em prantos!

Se esconderam na terra:

Ficaram- os horrores!

Eternas cinzas:

Mesmo cobertas de flores!

 

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