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Escritos, delírios prolixos!

Meus escritos, os delírios

todos sentimentos e sensações 

tudo a flor da pele... no desenhar 

das letras numa folha de papel em branco

Deslizo meu punho, que segura

seduz uma caneta a escrever... escrever

interpretar aquele instante, um momento

Detalhes e entalhes que observo

com minhas pacientes pupilas

Suavemente olho, me deleito, satisfaço

atiço minhas vontades, fantasias

toda a minha boemia... e, no limiar

sutilmente lhe escrevo

mais um delirante poema

escrito numa ávida loucura

em meio aos meus prolixos delitos

Nas entrelinhas está você...

(DiCello, 08/05/2020)

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