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a flor austera

tergiverso pelas estradas da alegria para me estabelecer no chão derradeiro onde recupero a liberdade; transponho o infortúnio para poisar onde a mistificação não existe nem a transparência das náuseas deturpando as minhas convicções.

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Comentários

Mais um texto magnifico e transparente

Abraço fraterno

FC

Obrigado pela leitura e pelo comentário poeta Frederico De Castro.