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Idolatria

Bem, mas o que podemos nós dizer
Numa altura de coração condescendente
Que busca nova emoções laboriosamente
Uma fuga, claro, mesmo sem saber

O que posso eu bem fazer?
Se tudo o que quero não passa de desvario
Se preciso de ti para encher o vazio
Se estou cheio de dúvidas por responder

Respostas eminentes, certamente
Mas com um travo de sapiência
O adiar temeroso de pacifica violência
Um sorriso falso, enganador e inteligente

E se à noite me recordo de ti com nostalgia
Tento convencer-me que é apenas um devaneio
Que sou eu a seguir em frente mas com mais um rodeio
Mas sou eu a pensar em ti.

Idolatria

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