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Imortalidade

Meus dedos percorrem

Os caminhos de minhas veias

 

Meu corpo é um mapa de algo que perdi

E por mais que eu tente ler suas direções

Seus sinais

Sentirei minha busca inútil

Sentirei meus dedos tremendo

Sabendo que estão sozinhos

Presos dentro de uma terra sem dono

Que guarda toda beleza morta

Dos sóis que longe estão

Do lugar perdido

Que hoje chamo de Lar.

 

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