A Morada da Fênix no Paraíso

 

Nesta terra em que pisa e repousa,

Saudade alguma jazerá dentro de teus olhos.

Aqui, passado e futuro são cautelosos

Dentro da morada da presente moça.

 

Tua solidão guiou-te até aqui.

Nem maiores e nem menores serão as dores

Quando tua alma viver o que já vivi.

 

Vamos. Apoie teus ouvidos nos arredores

Dos obeliscos que sustentam a alvorada.

Divida comigo teus devaneios, enquanto tua face é banhada

Pelo ouro celestial que doura tua pele e tuas palavras.

 

Perca-se para ti mesmo,

Só não perca os olhos de poeta.

Não existe via direita e reta

Dentro desse lugar chamado Paraíso. 

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Comentários

merecido ser o poema em destaque, muito belo ^^

Muito obrigado, Amanda

Gosto dessa frase "perca-se para ti mesmo, só não perca os olhos de poeta." vale lembrar disso sempre :) 

Fico feliz que tenha gostado