O Canto das Crianças Malditas

Neste cálice de ventre em véu,

Vida nasce em laço e peito;

Oco útero de negro mel.

 

Favo doce só no gosto;

Dentro acre torna o corpo,

Sete palmos de indolência!

 

O vento leva o novo e o frágil,

Eis o fim da minh’ inocência.

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