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O que fazes aí...

O que fazes aí…sentada cabisbaixa tristonha e solitária
A manhã nasceu e ainda inacabada além fenece sedentária
Triste, tão triste se tornou qualquer emoção prantiva e consternada
 
O que fazes aí…olhando para o tempo oscilando num tsunami
De lamentações poéticas desassossegadas e absurdamente sumárias
Deixa que alma penetre do âmago das melancolias mais prioritárias
 
O que fazes aí…esquecida num centímetro de silêncios tão usurários
Sem forças para reanimar tantos amargurados lamentos imaginários
Das angústias restam ilusões perdidas em tantos prolixos sonhos autoritários
 
FC
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