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Plano ideal

 

 

 

No horizonte das ideias estou para lá de satisfeito. Um local onde as quimeras do inconsciente se debruçam negando as simplicidades da realidade detestável. Não sou santo, mas onde reside nesse local, todos compreendemos a totalidade; sem tristezas ou pecados. Sem lutas, pois de espadas e sangue nossa espécie já conhece, mas de amor e sabedoria, pelejamos com ignorância e dentes. A árvore-da-vida é vista por todos os ângulos majestosos. Sombras são inexistentes, pois para a luz, há escuridão, e lá, não tem dualidade. É possível que isso seja um devaneio, não importa.

Ao menos na minha imaginação eu sou feliz.



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