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Poesia que corre na alma...

Falais vós do ser criança.
Criança que sou...
A mim o que dizeis nada adianta,
Porque luto por ser assim:
Feliz e amada.
A menina de pele macia,
A mulher com a idade ocultada,
A pessoa que não gosta de ficar sozinha.
Que ama rir,
Dar beijinhos,
Andar sem saber para onde ir,
Que gosta de miminhos.
De nadar na água,
Ouvir música,
Até de chorar suas mágoas 
E isso sei que não sou a única...
De olhar o mar,
Parar junto a uma ribeira...
Que gosta de amar
E pensar que será para a vida inteira...
De sonhar acordada,
Pensar positivo
E mesmo que desanimada,
Tenho quem preciso...
De falar a verdade,
Falar correcto...
A minha metade,
É quem desejo ter por perto...
Gosta de animação,
Desenhos animado,
Da emoção
De um quadro pintado...
Gosta de poesia,
De ler.
Fazer rima,
Ssozinha, assim, aprendi a viver...
Aprendi a crescer,
Com alma de poetisa solitária...
Dando gosto ao meu viver,
Sem receber nada pelo meu horário.
Assim é quem sou,
O que faço:
Dou sanidade ao louco,
Liberdade a quem quer espaço.
Dou alegria ao desiludido,
Confiança ao decepcionado.
Perdão ao arrependido,
Cura ao lesionado.
Não falo fisicamente,
Fisíco quem trata é médico...
Quem vos trata da mente,
Sou eu que não tenho remédio...
Mas remédio para a alma,
Para a liberdade,
Que com pouco de calma
Consegue-se toda a felicidade... 
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