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POESIA SEM SUBSTÂNCIA

Prendi o anjo ao elo dos meus desejos,
Que me protege, me eleva e me redime
á luz mortiça da comedida penitência,
cobri – lhe o espaço da alma, com beijos
numa crise de afeto e amor sublime,
desbravei o gosto, absorvendo demência…

Só a minha mão não enlouqueceu.
Neste poema versado na inconstância ,
que perdura nesta réstia amarga do tempo.
É parca e contida minha indulgência
esmaecida na luz de um verso que emudeceu.
É naco de poesia sem substância!
É fímbria do passado no advento,
que se extingue na luz da penitência!

João Murty

Género: 

Comentários



Fico contente, por ter gostado!

Estou de alma e corpo na poesia fã clube, querendo  que ela cresça, trazendo novos poetas e leitores.

Um beijinho.

 

Belo poema! Cheio de substâncias! Eu também estou de corpo e alma na poesia fâ clube!

Torço que cresça grandemente!!!

Abraços!!!

Coração lindo que pulsa nas causas! Sempre voluntarioso e solidário.

Um beijo grande, minha amiga!

 

 

Um coração solidário...

Um coração solitário.

Que busca na poesia;

Alguns momentos  de alegria!

Abraços!