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Por fim...

Tentei esboçar,

teu rosto com letras;

Mas mesmo de mel...

me soaram as palavras a tretas;

Por muito aquém...

ficarem de ti.

Com números então,

tentei somar-te os encantos;

E somei um milhão,

com outros tantos;

Mas muitos mais haviam...

e desisti.

E bebi um trago...

com outro que despejei;

atrás de outro que entornei,

de um fôlego só...

fiquei sem ar!

Respirei fundo,

doeu-me o peito.

E vi teu corpo,

de névoa feito;

Sem escrever...

e sem contar.

Lá estavam as letras,

todas alinhadas.

Os números em parcelas,

bem somadas.

Levantei a cabeça...

e sorri.

 

E com as palavras gastas,

nas verdades ditas;

E as contas certas,

no fechar das escritas;

Assim sorrindo...

Morri!

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