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Por Onde Vais...

Por Onde Vais... 

Ó Terra Que Mergulhas Na Solidão...

Entre Tempos De Nova Criação...

De Novas Eras Em Transformação...

Das Gentes Que Detonam Sem Razão...

A Vontade Da Crença Nascida Em Coração...

O Mundo Quer Esperança Em Nova Geração...

 

Domínios Dos Homens Findados...

Por Tempos Conturbados...

Das Novas Aparições Desejadas...

De Outras Gentes Em Orações Invocadas...

Num Apelo De Modificação...

Numa Vontade De Nascer De Novo...

Numa Terra Caminhada Por Um Só Povo...

 

Águas Dos Polos Derretidas...

Cobrem Pedaços De Vales E Outras Vidas...

Estações Modificadas...

Ervas Nascidas Danadas...

Cobertas De Tons De Areias Desertas...

Mais Certo Serão Horas Incertas...

Assim Pelo Olhar O Corpo Sentido... 

Se Assim For Se É Vento Gemido...

Do Saber Da Nação Vem Dor...

Pela Destruição Do Centro Em Amor...

 

Por Onde VaisÓ Terra...

Que Mergulhas No Excesso Da Climatização... 

Dos Céus Buracos Sem Orientação...

Se Rasga Camada De Proteção...

Industrializada Desaforada...

Rude Será Nascida Madrugada...

Pensantes Se Mostram Como Ande Ir...

Movimentantes Mostram Como Sentir...

 

Pela União Da Vontade De Não...

Deixar A Terra Se Perder na Imensidão...

Porque Louco Se Torna O Sofrer Sem Emoção...

Das Gentes Que Sentem São Parte Da Criação... 

Pela Terra... Pela Esperança Da Humanidade...

Haja Vontade Em Mudar... Haja Vontade De Olhar...

O Que Podemos Deixar Para As Futuras Gerações...

Olhem E Vejam Como É Bela... 

Sintam Como Pode Continuar A Ser Maravilhosa Esta Nossa Terra...

 

Por António Ângelo Azevedo Filipe.



Escrito Em 14 De Fevereiro De 2016.

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