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Quimeras

           Quimeras

 

Sob meus pés nus sinto o chão macio

Da erva orvalhada e gotas de luz.

Absorvo o néctar através do frio,

Alimento a alma ávida de luz.

 

Das mãos abertas, sustendo o vazio,

Escorrem sonhos que o tempo produz,

Fugidos do rumo, num estranho desvio,

Sinto-os desfeitos sob meus pés nus.

 

E, quando a terra beber sequiosa 

Chuva impregnada de vãs ilusões,

Nascerão flores de odor a emoções.

 

Na noite em que a lua surgir formosa,

Da erva orvalhada, lírios brotarão.

Serão meus sonhos...que a lua olharão !

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