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Tu

No céu, tão azul, vejo o teu olhar,

Na areia o teu cabelo dourado.

Não consigo parar de pensar,

Como seriam os dias passados ao teu lado.

 

A tua pele, clara como um nevão,

Mas quente e cheia de firmeza.

Tua boca com veneno de paixão,

Que nos vai atacando com beleza.

 

E assim eu viajo por ti fora,

Pelas tuas curvas da minha felicidade.

Corro para ti, beijo-te sem demora,

Faço o que for preciso para te ter para a eternidade.

 

Não sei se sei o que é amar,

Mas sei que sinto algo ao teu lado.

Não sei se sei o que é sonhar,

Mas se dormes comigo eu fico acordado.

 

E é assim que eu te amo,

É algo demais para escrever.

Cada vez que te chamo,

Invoco forças para viver.

 

(27/05/2014 – 23:00)

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Comentários

Gostei muito deste poema.

Um abraço

João Murty

António Cardoso's picture

Muito obrigado, amigo João Murty.

Um abraço.