NO RIO DA MINHA ALDEIA

No rio da minha aldeia vão  a roupa lavar mas que branquinhos que estão os lençóis a corar bate  lavadeira  na pedra do rio a roupa porque em cima do telhado  para ti canta a poupa no alguidar de barro enrolam brancos lençóis das senhoras muito finas todas cheias de caracóis lavadeira canta como o rouxinol quando no rio tu lavas a roupa ate ao por do sol com a chuva e com o frio as tuas mãos ficam geladas tão branquinha fica a roupa quando lhes fazem barrela das  agora tudo acabou já não vão para o rio lavar  as lindas lavradeiras e porem a roupa a corar com o regador regavam aquela  tão branca roupa acompanhadas por o cantar  do cuco e da amiga poupa

CANTA MARIA CARMO O SEU POEMA

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