Em memória do meu irmão que partiu....
QUANDO NO VAZIO DA VIDA
ME CONTASTE AS TUAS MÁGOAS
SÓ SENTI
EM MEU CORPO
E NAS VEIAS ARDENDO
O CALOR TÓRRIDO
DE TUAS ENCOSTAS
CASTIGADAS PELA MARESIA SALINA
DOS TEUS SELETOS BEIJOS
E NUMA ÂNSIA PLENA
CONTIGO FICO INSUSPEITO
NAS MINHAS FÁBULAS E DESEJOS
CANTAROLANDO FELIZ
A IMENSA PAZ
DA MINHA ALMA VADIA REENCONTRADA
Vício
Autor: Duarte Almeida Jorge on Friday, 11 September 2015Qualitativo, ou quantitativo ,nem sei como classifico,
Agressivo, ou inofensivo num boutique substantivo atrativo que aplique,
O negativo, ou positivo onde impero afirmativo.
Necessito de um incentivo, ou de um simbolo atrativo que me torne atraente.
Que motive este ímpeto inexpressivo mas subjetivamente
Relativo a um inventivo despique que me revela complacente.
Suspiro de alivio num convivio onde relembro quem ainda sente,
Que o sentimento malício representa o declínio de qualquer vicio agora, e para sempre.
Caçador de Sois
Autor: José Sousa 54 on Monday, 7 September 2015O VERSO MUDO
Autor: Carlos Alberto ... on Thursday, 20 August 2015Cartografia da solidão
Autor: Frederico De Castro on Wednesday, 19 August 2015
Volto contigo sonhando
a madrugada apetecível
esquadrinhando outras ilusões,
onde o resto destas palavras
serão apenas minhas incursões
pelos teus anseios desejosos
salientes em cada toque suave
daqueles olhares tão fogosos
e marginais
Ensina-me de novo a viver
saboreando da vida como
Reflexão
Autor: Duarte Almeida Jorge on Tuesday, 18 August 2015
Vou existindo em todas estas noites, todas tão iguais.
Todas tão merdosas. Enfim, queixo-me de dores que todos sentem.
Acredito que as sintam de maneira diferente.
Que não lhes doa tanto quanto a mim.
Mas neste pequeno espaço onde tudo me dói intensamente a minha confusão é grande.
Dói me não sei o quê em dias tão tristes como a tristeza de saber quem me magoou.
Fodasse eu devo estar amaldiçoado. Vão existindo bruxas sem eu de facto acreditar nelas.
Mariana
Autor: Carol on Tuesday, 11 August 2015Mariana andava
Andava pela rua
Mariana olhava
Olhinhos de lua
Mariana sorria
Linda e toda nua
Seus olhos viam o presente
Seus ouvidos, ouviam o passado
Era sempre sorridente e amava frango assado.
António Tê Santos "O clarão ético"
Autor: António Tê Santos on Wednesday, 29 July 2015Ventre de silêncio
Autor: fernanda r. mesquita on Monday, 20 July 2015
Há algo que sobressalta e transforma
o ideal poético que rodeia a ideia do casamento.
Há algo que altera em estilhaços o quotidiano;
a distracção que nasce do descuido,