MUNDO AMARGO

Afogado no silêncio,
Hoje eu sou um suicida!
Todo mundo morre um pouco,
Quando sofre nesta vida!

Consumindo o fel das horas
Quem me vê logo se assusta.
Todos perdem a doçura,
Quando a vida lhe é injusta!

Com os olhos marejados
Entreguei-me à solidão!
Só quem foi injustiçado
Não sabe dizer “Perdão”!

Lamentando a minha sina,
A pena que foi-me imposta,
Todos vão me perdoar...
Este mundo me desgosta!

a m i z a d e

T u d o i s t o p o r q u e a a m i z a d e
n ã o e s t á N o f u n d o d e u m
s a c o d e p l á s t i c o d e s c a r t á v e l ,
n e m n a c u r v a d o f i m d a r u a .
T u d o i s t o p o r q u e a
a m i z a d e
p o d e e s t a r a q u i A o l a d o ,
e m t i . . .

Terei uma pedra no lugar do coração?!

Uma pessoa que faz trabalhos manuais dolorosos, vez após outra,

no início, fica com as mãos todas doridas,

com marcas do trabalho, calejadas, ...

Isso a longo prazo ajuda, pois passamos a não sentir dor alguma!

De certa forma, o ser humano é igual,

por quantos mais problemas passa, mais insensível se torna,

o que para mim tem o seu lado bom e o seu lado mau.

O lado bom é que o torna mais forte e nem qualquer coisa o afeta;

o lado mau é pode passar a ser insensível a tudo, ou seja,

O Idealismo Alemão - Parte V

A Crítica da Razão Pura
 
Antes de tudo é importante assinalar que o termo “Crítica” não tem o significado que vulgarmente lhe é dado; ou seja, não se trata de um sinônimo de “censura”. Kant não ataca a Razão Pura*, ao contrário, enaltece-a por julgar que se trata de uma forma de conhecimento que está isento de qualquer contaminação proveniente das imperfeitas captações feitas pelos Sentidos (tato, visão, audição, paladar e olfato).
 

DO QUE TERIA EU SEM TI

“Cavalheiro, nossas diferenças são tantas, você tem tudo, e eu nada tenho. Nós pertencemos a mundos distantes que jamais se unirão”.
Essas palavras penetraram o coração do cavalheiro e o sangraram lentamente enquanto as águas corriam despreocupadas sob a ponte onde estavam.
A moça então virou de costas e começou a andar, deixando o cavaleiro com as lágrimas dele e cultivando a suas próprias. Contudo, pouco antes da moça sair da ponte onde estava, ela sentiu seu pulso ser firmemente agarrado, e então puxado para o outro lado da ponte.

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