LANÇAMENTO LIVRO
Autor: SÉRGIO TEIXEIRA on Saturday, 24 October 2026Se alguem quiser me prestigiar, o valor do livro é de R$20,00+correio.
Saúde e paz a todos.
Se alguem quiser me prestigiar, o valor do livro é de R$20,00+correio.
Saúde e paz a todos.
Mães Coragem
(Mauro A Evaristo)
Este soneto é para celebrar
A persistência da Mãe Coragem
A mãe que o sistema tenta calar,
Mas não afeta sua imagem!
Este soneto é para todas as mães Coragem
Que os filhos mortos não puderam falar
Que o Amor de Mãe é a maior mensagem
Que chega em qualquer lugar.
Este soneto também é um lamento
Aos homens que disputam o poder
E não fazem nada pelos que estão a morrer
Preterido
(Mauro A Evaristo)
O flautista de Hamelin,
Os cantos das sereias
Não têm seus efeitos sobre mim
Não mais me meço por réguas alheias.
Nesta sociedade de valores invertidos
Onde quem trabalha é preterido
Em detrimento a notórios bandidos
E há quem aplauda, ache bonito.
Hoje olho para o lado e me assusto
Com a precariedade dos discursos
E tento em vão a muitos dizer
Que a humanidade está a um pulo
De não mais acordar para perceber
Que existe poder infinito em todo ser.
Outras rendas
(Mauro A Evaristo)
Se tem lugar onde tem trabalho
É nos supermercados
Daí vir a ser valorizado
Desconheço tal abençoado.
Dizem que no fantástico mundo de Bob
Ou até na ilha da fantasia
A meritocracia também ilude o pobre
Que não vê recompensa no dia a dia.
Dizem que na tropa dos lanternas verdes
Ou mesmo o miranha pintando as paredes
O sucesso é enfrentar os medos,
Evitar as guerrilhas nas redes,
Acreditar e trabalhar em segredo,
Ter outras rendas, independe do emprego.
Outros animais
(Mauro A Evaristo)
Enquanto o povo briga nas redes sociais
Chamando-se burro, gado, outros animais
Eles brindam nas festas dos vorcaros
Com o dinheiro dos aposentados.
Enquanto digladia nas redes sociais
Chamando-se burro, gado, outros animais
Eles se locupletam nas festas dos vorcaros
Com dinheiro dos que "se matam" no trabalho.
Enquanto isso na mesma galáxia
Distintos ofendem com suas falácias
A fim de se consagrarem no poder
"ASAS-LUZES"
poesia by: Fernando Antônio Fonseca
as asas voam mais que o voo
são artefatos de penas
que invadem céus e ares
os voos pertencem aos Deuses
são artefatos de sonhos
que violam a gravidade
as luzes são espelhos de fótons
que semeiam ventos brilhantes
nos espaços etéreos
pertencem
aos pássaros
aos homens
e às naves
os voos são meros
acidentes nas nuvens
que conturbam
seu tráfego indolente
como um trêmulo luar....
Não espere de porta aberta nao faz sentido vc ficar calada e eu assim em esperar.
ônibus sobem a consolação hoje fez festa a paulista para.
bandeiras e vozes aliadas
não podemos ficar assim esperando o pior acontecer
o verme esta as espreitas armado
então vc vai ficar calado vendo tv
o pastor engana cristo com sua biblia de ouro
enquanto fieis e seus dízimos alimentam suas luxurias
corpos de meninas espalhadas no altar
sao homens e mulheres de familias
e nos caimos na conversas
e tudo bem somos cristãos
Trabalho a exaustão
(Mauro A Evaristo)
Em todos esses anos,
Em todos os desenganos
Apesar de tantos e tantos
Todos esses marcos felicianos
O trabalhador de tempo livre
Muito mais ele se dedica, vive
Por ter maior satisfação
Sem o peso do trabalhar à exaustão.
O trabalhador livre com tempo a família,
Tempo pra estudar, entender a bíblia
A menos que o trabalho a exaustão
Seja apenas a armadilha
Pois o cansaço veda a compreensão
De perceber de onde vem a exploração.
Quero conversar com as estrelas!
Procuro e não encontro a razão,
Por que, em toda esta imensidão,
Não há sinais de vida, em redor delas.
.
Cosmos, serás apenas solidão?
Nada sei, cercado de incerteza.
Ostentas a ninguém vasta beleza,
Sendo o eco de toda a criação.
.
É o magno espaço que me chama
Quer seja virtual ou holograma,
Sinto nascida aí minha raiz.
.
Se às vezes em mim próprio me disperso,
Eis-me, a questionar o universo,
Por tudo que ele sabe e não me diz.