INSTANTE
Autor: joaquim marques... on Saturday, 7 April 2018INSTANTE
INSTANTE
a elite novamente esta no comando
portas fecharam-se e o povo oprimido
esta em casa vendo tv
viva a revolucao
o brasil foi ao bar tomar uns tragos
e ainda nao voltou
viva eu viva tu e o rabo do tatu
o presidente esta rindo, nao se temer a toa
as rua estao vazias
elite burguesa
festeja.
Sensação,
de que tudo é vão,
somente o olhar,
que não olho,
o sentir,
que não sinto,
tolda uma razão,
aquela que do mundo,
é perdição.
Perdido, grito presente,
consciente, faço-me entoar,
um verbo fingido,
dum estar.
Um engano,
um pranto negro,
num olhar brilhante,
que atenua a cada dia,
em enredo cessante.
É assim, um som,
um toque, uma criança,
um esvoaço dum olhar,
dum sentimento,
exasperar,
dum estado sem teoria,
para um respirar,
Vejo coisas sem sentido e espero por ti
Vejo o meu destino virado do avesso e espero por ti
Vejo a minha cama vazia e espero por ti
Vejo o brilho dos teus grandes olhos castanhos e espero por ti
Vejo os truques de mão do meu filho e espero por ti
Vejo a chuva alcanço o cimo do monte e espero por ti
Vejo as minhas mãos feridas e espero por ti
Contigo ou sem ti espero por ti
MS
17:20
06, abril, 2018
VIDA
Enquanto estiveres ao meu lado e olharmos tudo o que está por cima de nós não terei medo.
Enquanto tudo for escuro e a lua for a única luz que nos ilumine vais estar ao meu lado e eu não terei medo.
Enquanto estiveres ao meu lado, os meus olhos não se vão fechar, o mundo não vai acabar, o mar não terá fim e eu não vou chorar.
MS
15:05
06, abril, 2018
Chama por mim
És tu que eu respiro a cada momento, és tu que me fazes sonhar, és tu que me fazes subir os degraus que nos levam à lua para falarmos com as estrelas, és tu que me queimas o corpo e me libertas a alma, és tu que me fazes pensar que posso viver para sempre, és tu que as minhas mãos tocam, que os meus olhos vêm e que o meu corpo sente.
ZEN
a fantasia burila uma atividade ávida projetada contra o paredão das vicissitudes e que desagua num oceano conspurcado onde a realidade suporta os seus próprios queixumes.