Meu bem
Autor: Adriano Rodrigu... on Friday, 25 November 2016Com 1.55 de altura
Sua beleza encanta e
Sua postura...
Seu sorriso me alegra
Seu olhar me acerta
Se está bem... estou bem.
Desde primeiro de setembro, te chamo de meu bem.
De 2016, te reencontrei e me apaxonei.
Nossas conversas de dia, à noite .
O meu sono eu sacrificava, p'ra conversar com você até à madrugada.
Com respeito e carinho
Ao te lembrar fico sorrindo, tão bobo
Tão bom...se contigo estou
Coisas incomuns, algumas tão opostas
De animais sei que gostamos
De esporte, você nem tanto
As Portas do Inferno Abriram-se
Autor: Joana Trindade ... on Thursday, 24 November 2016
As portas do inferno abriram-se,
de lá sairam todos os medos demonizados.
Todos os preconceitos e fracassos.
Todas as pragas e epidemias.
O inferno saiu à rua
no seu traje vermelho sangue,
entrando pelas casas de rompante,
trinados íntimos
Autor: António Tê Santos on Thursday, 24 November 2016as pregações cavadas pelo medo têm cardos que a bravura escorraça dos trilhos ásperos que entopem o evangelho: são pregações argutas feitas à medida do homem grosseiro; são torniquetes de esperanças vertidas num oceano maculado.
Sob o céu azul
Autor: Joana Trindade ... on Thursday, 24 November 2016
Sob o céu azul
viajo na minha escuridão.
A luz enviadece os olhos
a quem vê com o coração.
Não tenho medo da noite,
os seus mistérios são brilhantes.
É na luz das estrelas
que encontro os mais valiosos diamantes.
As jóias que trago ao peito
são os tesouros das histórias.
Não tenho maior riqueza
que as minhas loucas memórias.
Beijos
Autor: DiCello Poeta on Thursday, 24 November 2016Loucura
Autor: DiCello Poeta on Thursday, 24 November 2016Pouco posso ver
Autor: DiCello Poeta on Thursday, 24 November 2016Vínculo da humanidade
Autor: Paulo de Jesus on Thursday, 24 November 2016Vínculo da humanidade.
Afinal Quem Sou?
Autor: Joana Trindade ... on Wednesday, 23 November 2016
Da imensidão do universo
viajo sem destino.
Tenho o mundo do avesso
e nem assim perco o caminho.
Por mais vidas que encarne,
sinto-me sempre fragmentada.
A fome de liberdade é tão grande
que nunca estou saciada.
Arrasto-me na vida
sem saber que não morri.
Observando toda a mudança
de experiências que habitam em mim.
É da janela do meu quarto
que me perco p'ra m'encontrar.
Não sei bem para onde vou.
O importante é lá chegar.