Falar com Deus
Autor: Frederico De Castro on Thursday, 4 September 2014Minha sinfonia
Autor: Frederico De Castro on Thursday, 4 September 2014Canto da Lua
Autor: Frederico De Castro on Thursday, 4 September 2014Insónia
Autor: Frederico De Castro on Thursday, 4 September 2014Idade pra ser feliz
Autor: Frederico De Castro on Thursday, 4 September 2014PECADO
Autor: Oscar de Jesus Klemz on Thursday, 4 September 2014Melancolia muda
Autor: Regina Santos M... on Thursday, 4 September 2014Sons de envolvente melancolia em doces diálogos de claras janelas de vista chuvosa….
.Quietude de brisa húmida e calma de luz espelhada esplendorosa é vista em modo de beleza clássica e singela…..
Move-se numa dança em sombras de suave de elegância….
São mudas as ausentes meiguices tão presentes……
Carinhos de constante pontualidade atrasada correm pairando sobre nuvens de alvo branco carregado….
Tranquilas são agora as mansas tempestades de um surdo trovejar açucarado……
Aqui jaz o que um dia nós fomos
Autor: Marcos Alves on Wednesday, 3 September 2014Paredes descascadas invadidas pela Noite vadia
Que se esconde e chora nos cantos da casa que outrora fora sadia.
Caíram as lascas de madeira velha e o folheado enferme,
Como lágrimas secas do Vento que suspira na colina
Sobre a casa que lá na encosta fica
E que tragicamente viu ser traçada a sua sina.
Por castigo dos Deuses ou mão dos Anjos,
Assim foi determinado o nosso Fado
Condenados à fatalidade cruel
De não poder viver o amor que nos fora prematuramente retirado.
Aqui jaz a casa que então se mantinha erguida,
Vento
Autor: Marcos Alves on Wednesday, 3 September 2014Porque vais e continuas a voltar, vento?
Contigo trazes tudo,
E tudo de toda a parte,
Mas tudo é tanto,
Tudo é avassalador.
Pergunto-me quando vens,
As viagens que percorres não te pesam já na idade?
Pois eu já deixei de viajar,
As rugas caíram sobre mim como peso morto
E, por enquanto, só me restam as memórias de onde estive.
Não sei quanto tempo tenho
Até a idade começar a deturpar essas memórias
E transformá-las em visões turvas e confusas.
Vento, esse frio que é teu,
Não mo transmitas.


