Tempo
Autor: S.L.Lima on Friday, 18 April 2014Como um peregrino, caminho ao encontro da beira do espaço e do tempo
Como um peregrino, caminho ao encontro da beira do espaço e do tempo
Acordei ao som do marulhar de um lago
Ama-me até que a palavra amor se gaste
Num mundo de erros iguais
E de coisas más, mas boas,
A vida sempre valerá
Mais que certas pessoas.
Sempre foi
E sempre será
A realidade do agora.
Mas o que dói, doerá
Porque na verdade
Nunca irá embora,
Contudo cabe-nos sorrir
E encobrir com falsidade
O ostensivo carpir
Que fazemos à felicidade.
Que tenha sorrisos, suspiros e abraços.
Sinta pelo menos uma gota de alegria,
desfrute do caminho, conte os seus passos.
Olhe o céu, as nuvens brancas .
Sinta o vento soprando o rosto .
Renove as velhas esperanças .
Prove novos sabores, um novo gosto.
Distraia-se, não faça nada .
Pelo menos, um minuto esqueça
Das vozes, dos sons, das estradas...
Ore, por aquele que mereça.
Se doe, de alma e coração
SABER VIVER
Não tenho pressa de chegar ao fim da estrada.
Caminho calma,olho tudo ao redor.
Paro!
Contemplo cada pássaro.
Contemplo o céu.
Contemplo as marcas deixada na minha trajetória.
Paro!
Penso!
Ouço!
Reflito!
Vivo!
Sigo!
Vou fundo na minha alma!
Recordo!
Resgato!
Abraço!
Sigo feliz!
Na minha estrada da vida!
Nazaré Varella
O que poucos percebem '
Sombra #
E no claro do dia pode-se vela
Calada, sempre atenta, qualquer
Movimento a revela, companheira fiel
Na caminhada da vida.
E no se por do dia, cansada repousa
Na escuridão da noite, junto às criaturas
Que vivem da ausência de luz vê-se acuada.
Dependente da luz, dos raios naturais e artificiais.
Na terra, es retrato da alma na qual é prisioneira
Liberta nas manhãs de cada dia.