"Gaivota da pedra da Lua" de Sanctus Deus
Autor: Sanctus Deus on Tuesday, 27 May 2014"Puramente Simples" de Bruno Dias
Autor: Bruno Dias on Tuesday, 27 May 2014Bruno Dias "Puramente Simples"
Autor: Bruno Dias on Tuesday, 27 May 2014O OUTRO LADO DO AMOR
Autor: Roberto Armorizzi on Tuesday, 27 May 2014Bosque
saturado de folhas,
flores, raízes
e muitos sabores.
Tudo isso
vem do veio da terra...
Mas logo
surgem vícios,
loucos hospícios,
amores contidos, perdidos,
por conta de traumas vividos,
sem vislumbrar cura...
Peitos tocados,
seios sugados,
rumo da morte em vida
que invade a vida...
Mundos jogados
nos frios, calores,
festas de selva e pedra,
com todas as dores,
sorrisos e amores...
Tenho que ficar,
não há outro mundo
a se mostrar ...
LIBERDADE PARA AS BORBOLETAS
Autor: Jorge Newton Silva on Tuesday, 27 May 2014Para pensar...
RESSURGIR
Autor: Jorge Newton Silva on Tuesday, 27 May 2014Ressurgir é um renascer diario.
FRAGMENTOS - ALQUIMIA IV
Autor: josé João Murti... on Tuesday, 27 May 2014FRAGMENTOS - ALQUIMIA - IV
Alopatia da cura, nos segredos do universo.
Transgride o tempo da harmonia,
aos astros me exponho,
na alucinante viagem do verso.
Rasgam-se as estrelas, faz-se dia,
meus fragmentos de sonho,
varrem-se nas memórias,
apagando a chama.
Na palavra se segrega a voz,
do lamento da tua queixa,
selando de mármore e fogo
os elos da ignomínia de quem ama,
perpetuando no infinito o jogo,
que tudo almeja e nada deixa.
FRAGMENTOS - ALQUIMIA II
Autor: josé João Murti... on Tuesday, 27 May 2014FRAGMENTOS - ALQUIMIA - II
Batem asas de anjos nos meus ouvidos,
sinto na minha pele
o aroma do teu perfume.
Sinto na minha,
a tua boca rosa de lume,
estrebuchando a alma,
despertando os sentidos.
Transformo os sonhos
de tormentos e dor,
reinvento-te por entre o tempo perdido,
apagando o fogo,
em lagrimas de amor,
moldando o meu desejo ao imaginário
dou-te a forma do caminho percorrido.
FRAGMENTOS - ALQUIMIA I
Autor: josé João Murti... on Tuesday, 27 May 2014FRAGMENTOS - ALQUIMIA - I
Corro em volta do pensamento,
porfiando um amor
que em mim se fechou.
E nele ecoam as vozes
que o tempo calou,
afogadas na mordaça
do pântano do lamento.
Por águas paradas,
turvas em cinzenta espuma,
um derradeiro olhar
por entre tumultos,
percorro o pântano sem te achar,
na espiral de vultos
que levitam na bruma.
Cerre os olhos pelo tempo fora,
sabendo que vou te encontrar,
aqui, ou ali em alguma hora,
hoje, amanhã em qualquer lugar.





