Sem título
Autor: Sandra Martins on Tuesday, 20 May 2014*
O vinho cai intensamente sem pausas
Desdobrando as flores de primavera
Que colhem do vento o cheiro vermelho
De corpos que morrem juntos sem casa
Entre o silêncio morto e o trânsito lunar
De sons noturnos que já ninguém espera
CONTINUO
Autor: Enide Santos on Tuesday, 20 May 2014
Continuo contínuo
Contendo contigo
Conteúdo confuso
Contraio contato
Contando contratar
Controle contrário
Contemplo contente
Contagio completo
Com consenso.
Enide Santos 19/05/14
Viver para esquecer
Autor: Enide Santos on Tuesday, 20 May 2014A primeira coisa que tenho a esquecer,
É está de vida,
De ter vida com você.
Outra coisa que também tenho pra esquecer,
Nesta coisa de vida, de você ser minha vida,
E sem você não poder viver.
Muita coisas terei a esquecer,
Esquecer que na vida que levo,
Levo a morte da vida que gostaria de ter.
A vida que em minha vida nasceu
Hoje não é mais minha vida,
Por isso em mim a vida morreu.
Enide Santos 19/05/14
FÓSSEIS DE SONHOS
Autor: Enide Santos on Tuesday, 20 May 2014O eco que ouço da minha dor,
(re) bate nas paredes deste infindo vazio,
E por vezes deixa-me insana.
Prostro-me imóvel e ciente de;
Não pode tocar,
Não pode realizar,
E nem ao menos sonhar.
São fósseis dos grandes sonhos,
Caminhos do qual,
(in) voluntariamente desviei-me.
Posso sentir-me desaparecendo aos poucos
Presa em cada devaneio desfeito
Sequelas adornam minha alma
E tento regurgitar-me de mim.
Dúvida: Aquela obsessão
Autor: Luiz on Tuesday, 20 May 2014ideias
Autor: arresiur on Tuesday, 20 May 2014agora
Autor: arresiur on Monday, 19 May 2014Manhãs velozes futuros perdidos
Autor: Adriano Alcantra on Monday, 19 May 2014Tu queres o limite obeso da vontade
E da excitação?
Terás da prova o regalo.
Digo-te!
Preparas vossa alma
Para adentrar o maior dos mais profundos buracos
A escuridão maior da não evasiva perdida treva.
Bem que assim o fiz
Que assim te digo,
O vulto poeta no exceder de todos jubilosos verões
Veraneios “charmosos” de todas as estações que palpitam
Quentes às severas hóstias de veneno,
Com risadas a valer por tudo.
Bem havia nisso o escárnio indecente


