PERSEGUINDO

Como espero a vez desse momento ditoso,
Quando poder te ver a noite me concede.
Ouvir a tua fala murmurar meu nome
E abafar a angústia que aos poucos me consome...
Como é bom te amar, minha singela criança!

Serei a todo instante o anjo que te vela,
Que alumia teus passos rumo ao esplendor!
Aquele que vai te dar o verdadeiro amor,
E, jamais te deixarei neste universo,
Onde nos cerca o abismo da ilusão cruel.

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