socalcos de pedraria
Autor: António Tê Santos on Wednesday, 23 May 2018uma trouxa poisou nas agruras incentivadas pelas falácias quotidianas, no abandono dos regatos da minha infância, na sublevação através da hispidez do desregramento.
uma trouxa poisou nas agruras incentivadas pelas falácias quotidianas, no abandono dos regatos da minha infância, na sublevação através da hispidez do desregramento.
Quem nunca perdeu,
Com o medo de perder?
Quem nunca esqueceu,
Pois assim tinha que ser?
Quem nunca disse nunca,
Jamais, fora de questão?
Quem nunca disse nunca,
Devido à falta de gratidão?
No exagero da paixão,
Tudo é demasiado.
Sofre sempre coração,
Porém vive apaixonado.
Por cordas amarrado,
No passado que é eterno.
O teu nome encruzilhado,
Nas páginas do meu caderno.
São poemas , e são tantos,
Sobretudo sobre nos dois.
Num grito!
Meditar:
Ou sorrir?
Edito:
Acreditar!
Sem lágrimas:
Surgir!
Ou subir?
Sem mito!
Cantar:
Outro rito!
Sem alheias lástimas!