Paixão
"Tocou-me"
Autor: Kerl Cardoso on Saturday, 11 March 2017Amor de morrer
Autor: Adriano Rodrigu... on Monday, 13 February 2017Essa garota não sai da minha cabeça
Estou louco, alucinado?
Essa paixão, que destruiu minha razão
Ir para a balada não adianta
Pegar várias mulheres não me conforta
Só o teu abraço me suporta.
Mais um drinque, por favor!
Mais um gole e eu já vou...
Senti teu perfume em algum lugar
Eu reconheceria sem me esforçar
Saio à procura de você
Com cheiro de cachaça e um buquê!
GUARDO
Autor: Graça Maria Mar... on Friday, 10 February 2017Guardo no olhar
o rasto de luz da tua pele
deixado pela minha boca,
o gemido rouco,
o abraço forte.
Guardo no olhar
o fogo dos teus olhos em súplica,
a ternura do teu toque,
o rendilhado dos afectos
e o teu sono, quase infantil depois do amor.
Guardo,
porque as memórias são pedaços de vida
mesclados por sons e sabores de momentos únicos;
PROCURO
Autor: Graça Maria Mar... on Friday, 10 February 2017Procuro no tempo,
o tempo em que o teu olhar
era a ampulheta dos sonhos
que sonhámos juntos.
Procuro no tempo,
o tempo em que do toque da pele
nascia a magia do entardecer
e no beijo trocado,
ternura aos pedaços
guardada na memória de dias errantes.
Procuro no tempo ,
o tempo em que na escuridão da noite
segui os teus passos
e na melodia do bater do coração te encontrei.
Procuro-te no tempo que foi
e no que há-de vir
porque sem ti na minha pele
não existe amanhecer.
Azenha Derrubada
Autor: Miguel António ... on Friday, 3 February 2017Azenha derrubada
No meio do pinhal perto da azenha derrubada, paro e sinto o suor do meu corpo, tiro a camisa e deito-me debaixo de uma azinheira.
No meu velho quarto
Autor: Miguel António ... on Wednesday, 1 February 2017No meu velho quarto as minhas mãos foram olhos, assaltaram o mundo quando tocaram a tua pele pela primeira vez.
Palheirão
Autor: Miguel António ... on Saturday, 21 January 2017Palheirão
Fomos para um lugar isolado onde costumo pescar quando quero estar só, um deserto de mar e dunas; na areia da praia caminhavam gaivotas, pequenas rolas e maçaricos. O mar estava calmo, chamava por nós.
O teu olhar e a imensidão do espaço que me envolvia travavam a minha voz. Ficámos em silêncio, nada havia para dizer, apenas para sentir. Neste local, onde o mar canta e sol vê é impossível falar.
Plebe
Autor: Jefferson Leônc... on Tuesday, 20 December 2016Plebe
Rupestres são palavras do Plebe emotivo,
Poetastro ingnorado pelo narcisismo, apenas pixote,
Carrega consigo ideologias baratas e explícitas,
Doravante com grande valor subjetivo.
Diante de palavras ludibriadoras,
E o encanto do sorriso de uma fidalga,
Moço rude pensa que pode cortejar,
Mal sabe ele! Coração alheio é principado.
Penúria abarca a rotina do Plebe,
Assolação faz parte da sua ocupação,
E ainda assim, quer ensejo com a sinhá.
Entrada e Saída
Autor: Michele Barbosa on Thursday, 15 December 2016Entrada e Saída
Ansiedade anda



