SIM PORQUÊ

Tu sim tu porquê plagias as minhas dores
As minhas mágoas e sofrimentos
Tu sabes que o meu sofrimento não é igual ao teu
Porque eu não sou tu
Tu sim tu porquê plagias o meu amor
Ele é só meu e não é igual ao teu
Tu sim tu porquè plagias a dor da minha alma.
Se a tua não é igual à minha, cada alma é única.
Tu sim tu porquê plagias as minhas palavras escritas.
Em poemas, versos ou desabafos
Se tu não sentes da mesma maneira que eu sinto.
Quando escrevo os meus sentimentos.

~~AMOR DEMAIS~~

Dos dissabores da vida, componho um canto de paz e os sonhos dourados transfiguram-se em realidade a clara e imensa luz que tua presença me traz traduz-se nestes momentos de suprema felicidade Eu te dou este sol, em resposta aos teus ais e tu o recebes como fonte de eterna mocidade sem saberes que tudo na vida é sempre tão fugaz como a centelha de esperança que povoa a saudade Estes versos que escrevo sem razão ou sentido são emoções recolhidas que minha

~~OH, MINHA ETERNA~~

Oh, Minha Eterna, Pego da pena para te escrever. Oh, Musa da minha rua, neste instante, A destra percorre os caminhos insinuantes do teu corpo! Te desnudo querida, Ao lançar-te ao vivo pela pena, com tintas coloridas. Teu alvo busto coberto de rendas, brancas como a neve, que escuta o teu soluçar, arfante de desejos. Sei que sois minha apesar de seres tocadas, Por esses macios tecidos, mas sofro.

BEBI EM TI

Ó bebi do teu corpo
Num cálice de prata
Ó bebi o teu sangue
No cristal da alma
Senti os vendavais
No toque do corpo
Estremeço em mim
No gemido de ti
Das noites cálidas
Que toco o teu rosto
Poema em estilhaços
Prece que me conduz
A um terço bem rezado
Dá-me um simples riso
Uma doce lágrima tua
Da mão que me percorre
O corpo com carinho
Do beijo que me trespassa
As quimeras das noites

❤•*¨*•.¸¸♪❤*¨*•.❤.

PADECER NA DOR

Sinto a minha alma a padecer
Pensamento flagelado no corpo
Na tortura imposta a minha alma
De tão irremediável dor a minha
Apossou-se de mim nesta loucura
Agarrada ao meu corpo sem razão
Sinto que o meu corpo padece
Desta dor que grita em silêncio
Ecoa em desespero dentro de mim
Sem ter a esperança desejada
Sinto o meu corpo a padecer
De saudade dos que já partiram
Sem compaixão, sem lágrimas
Sem as lembranças, sem sentimento
Sinto dor, uma dor inexplicável

BEIJO-TE

Amor beijo-te loucamente
Com a ponta da minha língua
Onde escalas os meus seios
Desenhando-me nas costas
O desejo com os dedos
Faço uma carícia em cada verso
Que invisivelmente tem o teu nome
Poema intenso feito com loucura
Tanto no meu, como no teu corpo
Memórias deixadas sem limitação
Sob um céu estrelado em silêncio
Provocando um incêndio na nossa vida.

 

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