Depois de Amar

Exito cada vez que estou frente a esta porta.

Nunca sei o que verei, ou o que posso encontrar.

Se vai estar por lá em algum lugar

Ou se já partiu e deixou-me a chorar.

 

Exito cada vez que estou diante de teus olhos

E o que os meus veêm atravéz dos teus

Deixam-me confusa e insegura.

As vezes a dureza é tão profunda

Tráz amargura.

Porém não posso e não quero

Viver distante do teu olhar.

 

Exito cada vez que devo deixá-lo

Afastar-me dos teus braços é cruel.

Eu

Sinto-me filha do sol,

Amante da lua.

Sou meio cigana

Amo estar na rua.

O mundo é meu companheiro.

E dele faço parte,

Com ou sem dinheiro.

Adoro as folhas amarelecidas pelo tempo

Sonho fazer parte do futuro distante.

Poesia é o escudo para o que vive aqui dentro

O que faz parte do meu universo particular.

E tudo posso provar!

Basta sonhar.

Não tenho formação acadêmica.

Porém Letras é parte do meu sistema funcional.

Que as vezes funciona.

SENSO ÍNTIMO

Meu riso me eterniza perante o cosmos...

 

Não sou feio, nem sou bonito, deveras,

Eu me preciso e tomo de mim a decência

 

Que me faz conspirar diante  das naves

Edificadas como santuários de benesses

Que guardam segredos das intimidades...

 

Meu senso me leva a escalar altas colinas

Onde a consciência separa o joio do trigo

E soterra as iniquidades do orbe perverso,

Abrindo escalas que são botijas do bem...

 

Em meu silêncio doutrino as maquiavélicas

Tuela

 
  Lá vai sorrindo...
  Bonita , catita, como só ela
  
  Olhos de quem quer saber sem perguntar
  Lábios de quem fala em silêncio
  
  Ruelas estreitas se alargam para que passe

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