"A Literatura dos Mortos" de Adriano Alcantra
Autor: Adriano Alcantra on Tuesday, 15 July 2014Vívidos
Autor: Arlete Klens on Tuesday, 15 July 2014Tão sonhados
Amigas sempre amigas
Autor: Arlete Klens on Tuesday, 15 July 2014Agosto
Autor: bento reis on Tuesday, 15 July 2014Em Agosto
A mosca teimosa que não desgruda
a pele suada recetiva,
o calor e pouca sorte.
Uma osga atarefada na parede de cal
o vento quente
e ainda nem é meia noite.
Os cães que ladram ao pio da coruja
será sorte
ou anuncio de morte!
O grilo voador passou pela janela
é noite de cante e nem o vejo
é paisagem quente e bela
é de certeza alentejo!
Muito Mais Que Uma Simples Mulher
Autor: António Cardoso on Monday, 14 July 2014À noite sonho contigo e de manhã acordo a pensar em ti
Mas tu sempre estás longe, dava a minha vida para te ter aqui
O que eu mais quero é estar contigo, é aquilo que mais ambiciono
Rio Bestança
Autor: António Cardoso on Monday, 14 July 2014Nunca Vais Partir, Nunca Vais Voltar
Autor: António Cardoso on Monday, 14 July 2014Nunca nada chegaste a dizer,
Mas significavas tudo para mim.
Ficava parado só para te ver,
DESEJO
Autor: Oscar de Jesus Klemz on Monday, 14 July 2014Abismo
Autor: Alexandra Calado on Monday, 14 July 2014Cambaleio na fortaleza da fraqueza,
Decreto morte na vida,
Recordo-me da Primavera perdida.
Sou a Primavera que tudo menos flor espera.
Sou Verão que tudo menos calor aguarda.
Talvez seja meio Outono despindo a minha alma,
Talvez seja meio Inverno tirando a nódoa deste Inferno.
Centenas de anjos perdidos nunca me poderão amparar,
Nem mil estações unidas.
Pois o abismo é a minha sina.
Perdi a voz e o perdão,
A dor mestre esmaga este coração,
Que um dia ficou perdido naquela constelação.



