Mãos Dadas

Minha bela amada!

Aonde estas sua Mão?

Aquela que sempre tocava a minha,

 

Minha bela amada, aonde estas seu toque suave?

Minha bela amada, aonde esta seu amor por mim?

Será que ainda sou seu príncipe? Posso lhe chamar de princesa?

 

Minha amada, aonde foi parar nosso sonho que sonhamos de mãos dadas?

Aonde foi parar nosso sonho de castelo de cristal?

 

Minha bela amada, me de sua mão novamente,

Venha viver mais mil vidas ao meu lado.

 

-Lorde Trevor

Lua Vermelha

Preso a uma vida insana,

Procurando um amor para voar,

Necessitando de calor humano,

Tocando cabelos invisíveis,

Amando um fantasma,

 

Correndo sobre o luar vermelho,

Olhando para o passado e sofrendo no presente,

Arrependimentos que perfuram a alma negra,

 

Tocando na água escura da vida desejando uma luz no fim do túnel,

Correndo sobre o luar vermelho,

Solitário, apenas desejando ser amado.

 

-Lorde Trevor

VIVER SEM TRISTEZA...

NÃO DESEJO QUE O CÉU,

TESTEMUNHE DESGRAÇAS.

NEM QUE A CHUVA 

CHORE AS DORES DO MUNDO!

QUERO O SOL PRA AQUECER 

NOSSOS CORPOS...

QUE A BRISA REFRESCANTE

DO VERÃO NOS ENVOLVA.

QUE A NOITE EMBALE

OS MELHORES SONHOS.

E A LUA ACALME QUALQUER

PESADELO.

QUE POSSAMOS SENTIR O

CHEIRO DA NATUREZA!

POSSAMOS ABRAÇAR A VIDA...

VIVER SEM TRISTEZA.

 

ARLETE KLENS

Céus em lágrimas

De mancinho em sussurros vieram aquelas nuvens do nunca mais,
As colinas delicadas não eram elas as mesmas,
Pareceu-me triste
Tal qual quem aceita a dor de ser algo que passa e não volta.

Aproximou-se descalço os dengosos mansos torvelinhos
O firmamento estava ferido por dentro,
As estradas belas com lama cor de brasa na cintura curva
De meu cós rés sentindo sendo a visão infinita mais que vida.

Sempre Viva

O relógio da torre continua seu trabalho,
sempre preciso e alheio ao que se passa.
Pois no tempo não há uma fenda, um talho,
e sempre é preciso ser alheio ao que se passa.
 
como a flor, rósea e seca, que deixaram na sua porta.
sempre-viva, arrancada com força, por um que passa.
que mal sabe da verdade: a sempre-viva, está sempre morta.
para sempre perdida... pela dor da pétala que se amassa.
 
arranco-lhe as pétalas perguntando se me amas ou não,

O Prazer

O Prazer
 
O prazer que lhe bate a cara,
morde, arranha, marca...
O prazer da língua que não fala,
o gemido de dor,
que causa prazer.
A cara se retorce,
não se sabe de que:
dor?
medo?
prazer!
certamente...
Ainda lhe bate a cara novamente,
porque deixá-la tão feia,
se inchada és mais bonita?
O prazer torna mais belo,
o que já se fez belo.

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