Parasita
Autor: Ana Flora de So... on Sunday, 15 September 2013
Amanheço com o peito apertado
P'la bomba contida
Amanheço com o peito apertado
P'la bomba contida
EU SOU O VENTO,
QUE PASSA LIGEIRO...
SOU SEU DESESPERO...
SORRISO MATREIRO...
SOU BRISA...
EM DIA DE SOL!
SOU FOGO A QUEIMAR,
SEU CORAÇÃO.
SOU FURACÃO,
QUANDO CHEGO DEPRESSA.
E SAIO.
DEIXANDO-O NA MÃO.
SOU FURIA LOUCA!
QUANDO BEIJO NA BOCA...
CICLONE VIRAMOS.
JUNTOS SOMOS PAIXÃO!
NO MEIO DA FÚRIA...
O FOGO ACONTECE.
E QUANDO TUDO SE ACABA!
AINDA RESTAM AS BRASAS...
ROLANDO AO CHÃO
ARLETE KLENS
Não quero o adeus que nos olhos trazes
Tristeza traçada num silêncio sem fim
Rochas imersas que se debatem em mim
Sons mudos no tempo, poema sem frases.
Não quero a despedida que na tua voz ouvi
Partilha de murmúrios, um mesmo respirar
Pudesse eu muralhas perdidas abraçar
No teu rosto que em silêncio mora aqui.