pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Thursday, 9 January 2025os vocábulos fluem nos meus versos para divulgarem a perspicácia que focalizo na alma cicatrizada; nos meus insucessos amorosos; na minha profusa solidão; nos meus tormentos de outrora enfeitados com os laços da cultura.
Sonhei, muitas luas como consolo
Autor: António José Se... on Wednesday, 8 January 2025Pouco ou nada tenho para dizer, apenas um momento de luz, alegria e prazer...
pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Wednesday, 8 January 2025componho poesia através dos bailados da minha alma buliçosa; através do edifício que construí para demonstrar inspiradas comunicações; através dos cânones duma existência afastada da perversão mundana.
pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Wednesday, 8 January 2025jamais serei um poeta acomodado porque eu quero resistir ao mundo vigente através dos versos que canto; porque eu quero normalizar a graciosa solidão onde persevero; porque eu quero banir da minha existência os dilemas que resolvi.
pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Tuesday, 7 January 2025falece a liberdade quando os arautos da impostura publicitam a sua malvadez; quando os vereditos das maiorias não condizem com os juízos expressos pelos sábios; com as suas elaboradas afirmações.
pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Tuesday, 7 January 2025eu perfurarei os meus versos até que sangrem efeitos benignos: até que eles me libertem das agressões humanas; até que recuperem o meu fôlego no coração da bela poesia; até que ultrapassem as marcas do tempo e as suas imposturas sentimentais.
Hábito de ler
Autor: Mauro Antonio E... on Tuesday, 7 January 2025Nobres apedeutas
Autor: Mauro Antonio E... on Monday, 6 January 2025pontes, poentes, paraísos lexicais.
Autor: António Tê Santos on Monday, 6 January 2025as razões que defendem as pessoas para rejeitarem o amor... para escapulirem aos seus desenganos e aos seus trágicos conflitos... para subverterem os seus titubeantes percursos e se refugiarem numa arraigada solidão...